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CREATIVE MORNINGS

21 • 07 • 2017

Olá, pessoal! Como vai?

Por aqui as coisas vão bem! Não sei para vocês, mas pra mim esse ano tem sido um ano de muito aprendizado, mesmo! Ao ponto de, em alguns momentos, eu ficar sem ar… E no meio disso tudo, fuçando no Instagram (minha rede social favorita – aliás, me segue lá!) descobri por acaso o evento do Creative Mornings! Mas afinal, o que é isso?

O Creative Mornings é um evento mensal que ocorre em 173 cidades ao redor do mundo, sendo que no Brasil os eventos ocorrem nas cidades de: Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. A cada mês um novo tema é escolhido para ser a pauta do evento, que nada mais é do que um café da manhã gratuito com uma palestra deliciosa, que tem como por objetivo te fazer refletir, além de incendiar a sua criatividade. Ficou curioso? Entra no site e confere quando vai acontecer na sua cidade!

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INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Quando ocorre? uma vez por mês. Te aconselho a seguir a página no Facebook do evento na sua cidade, pois eles sempre avisam por lá. A de São Paulo é essa aqui.
Onde? Todos os meses o evento ocorre em um lugar diferente da cidade. A ideia é fazer você conhecer um pouquinho mais da sua própria cidade.
Quanto custa? É gratuito 🙂

Por que eu deveria ir?

Eu sugiro que você vá se você gosta sempre de aprender coisas novas, de refletir e discutir sobre a vida, trocar opiniões e conhecer pessoas incríveis. Eu fui em somente um evento até agora e saí de lá extasiada. A energia é outra. Você sente um pouco de vergonha quando chega sem conhecer ninguém, mas logo encontra sorrisos amigos e pessoas com quem baterá altos papos. Além de sair de lá cheio de inspiração e ideias novas. Sabe quando sua mão coça pra colocar suas ideias em prática? Saí de lá assim. E com a certeza de que eu precisava dividir isso com vocês.

E não esquece! Se você for, me conta como foi. Vou realmente amar saber e bater um papo com você sobre o evento. Se você planeja ir no próximo, me avisa também. Quem sabe a gente não se vê por lá? 🙂

Com amor, Li.

Postado por Lilian

VALE DO RIBEIRA: QUILOMBO IVAPORUNDUVA

16 • 12 • 2016

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Bom, para quem não sabe sou estudante de gestão ambiental. E esse semestre tivemos uma experiência sensacional, que foi uma viagem de campo para o Vale do Ribeira (é uma região que abriga 30 municípios, entre SP e PR). Pegamos um ônibus direto para nosso primeiro destino, o quilombo Ivaporunduva. Ficamos cerca de 7 horas no ônibus, mas quando chegamos lá valeu a pena. Fomos muito bem recebidos. E eu finalmente iria matar uma curiosidade minha, que era a de ir em uma comunidade quilombola.

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(Você sabe que a comida é boa pelo cheirinho do feijão que faz teu estômago roncar. Muitas vezes as mais simples são as mais gostosas. Esse foi o caso! E só decidi colocar aqui porque… estava demais!)

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Essa comunidade quilombola era, antes, uma fazenda liderada pela dona dos escravos, Maria Joana. Porém, ela adoeceu e faleceu e os escravos ficaram sem saber o que fazer. Pensando nisso, se organizaram de maneira que se protegessem dos outros donos de fazenda que queriam se apoderar deles e também desenvolveram uma agricultura de subsistência, bem como aprimoraram a pesca.

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A comunidade em si é bem simples. As casas são humildes, assim como as pessoas. Todo o território em que se situam é área de conservação, portanto eles não podem desmatar a área, porém podem usá-la de maneira que praticam a agricultura de subsistência e plantam bananais para comercializar a banana. A maior parte da renda da população que ali habita vem do auxílio do governo, seguidos pela venda da banana e pela prática do turismo.

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(Na foto: Casa de Farinha)

A pobreza em termos financeiros se contrasta com a riqueza proveniente da natureza que ali é abundante. Na foto, Setembrino, nosso guia. Segundo ele, não trocaria a vida no quilombo por nada, pois mesmo que a vida ali seja simples, possuem o que precisam para sobreviver.

E sim, as pessoas ali também possuem celulares, acesso a redes sociais, etc… Mas é muito diferente do que aqui! Eles não vivem disso, sabe? Os celulares são como uma distração, bem como a televisão. E não um vício, como vemos nas capitais, por exemplo.

O contato com a natureza é intenso, pois ela os cerca aos quatro cantos. Muitos trabalham na agricultura, outros com artesanato, turismo… Apesar disso, os jovens têm tido a oportunidade de sair da comunidade para ir cursar uma faculdade. Isso lhes dá mais garantia e uma situação financeira melhor, porém faz com que a população da comunidade venha a diminuir cada vez mais, colocando em risco seu futuro.

Após nos apresentarem de modo mais geral a comunidade, pudemos escolher uma entre três oficinas: bananal, plantas medicinais e caça&pesca. Optei pela primeira.

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Uma bananeira só dá, ao longo da vida, um cacho de banana como o da foto acima. Após isso, outra bananeira começa a se desenvolver. A maior parte do bananal é orgânico e eles possuem um acordo com algumas prefeituras, para vender diretamente a elas, o que faz com que recebam um valor bem mais significativo do que se vendessem a hipermercados, por exemplo.

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Esse é o coração da banana. Ele solta um líquido que é ótimo para cicatrização e para diarreia, por exemplo.

Após essa aventura, partimos em direção à Iporanga, paramos para jantar e fomos direto para o hotel… Afinal, estávamos mortos! E qual seria a aventura do próximo dia? Conheceríamos o PETAR! <3

Você já conheceu alguma comunidade quilombola? Se sim, me conta tua experiência nos comentários! E se quiser mais detalhes, fique a vontade para perguntar 🙂

Com amor, Li.
Postado por Lilian

SANTO PÃO

17 • 06 • 2016

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Um dos lugares que conheci com o Guia dois por um este ano foi o Santo Pão. Com uma decoração que une modernidade à antiguidade, nos conquista logo de cara pela decoração. Em diversas partes do local eles inserem essa ideia do quadro negro escrito com giz de lousa. O que é uma gracinha, né?!

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Meu pedido foi um Picadinho de Filé ao molho de cogumelos acompanhado com gratinado de batata e brócolis e, para beber, um suco de melancia. Os dois estavam uma delícia 🙂

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No dia eu não quis provar as sobremesas, pois estava muito calor e eu quis ir tomar um sorvete. Mas eu quase morri do coração com as sobremesas deles e sim, voltarei lá apenas para comê-las. Por que? Dão água na boca…

IMG_0764IMG_0765 Local: Rua Padre João Manuel, 968. Jardim Paulista. São Paulo – SP / Próximo a Rua Oscar Freire.

Valores: prato principal 38,00 / suco 8,00

Gostaram da indicação? Um abraço e até o próximo post c:

 Com amor, Li.

 

Postado por Lilian
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