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PASSEIO ALTA MONTANHA E NOSSO SEXTO DIA DE VIAGEM

20 • 11 • 2017

Olá, pessoal! Tudo bem? Preparados para conhecerem o passeio de Alta Montanha, em Mendoza?

Agora começam a série de posts sobre Mendoza, na Argentina, cidade que nos conquistou. ah, Lilian, mas por que escolheu Mendoza? Acontece que quando estava pesquisando sobre Santiago, vi que muitas pessoas iam para Mendoza também, por ser perto. Portanto falei sobre isso com o Dan e ele topou sem nem pestanejar e descobrimos que foi a melhor decisão que fizemos. Eita cidade gostosa! Dá vontade de ir morar nela, sério.

Mendoza é uma cidade que também está localizada aos pés da Cordilheira dos Andes. Nosso vôo para lá demorou cerca de 35min – ou seja: foi muito rápido! Mas isso vocês já conferiram no último post, né?! No post de hoje vamos conhecer um pouquinho mais dessa cidade montanhosa que é conhecida pelos bons vinhos e azeite de oliva.

Nosso dia começou bem cedo com os guias da Cepas Tour nos buscando diretamente no hall do hotel – porém fechamos o passeio com a Kahuak por 860 pesos argentinos. Dessa vez não nos atrasamos HAHAHA e na verdade chegamos mais cedo no hall do hotel e ficamos esperando. Fomos em uma van passando pela cidade para buscarmos o resto do pessoal (o que foi rápido, pois a cidade é pequena) e seguimos para os pontos turísticos. Durante todo o caminho o guia falou em espanhol e em inglês, por conta de estrangeiros no nosso grupo. Aliás, isso eu achei bem diferente em Mendoza: tem brasileiros, mas beeem menos do que em Santiago. Em certo ponto achei melhor, pois nos permitiu vivenciar melhor a cidade, o idioma, etc.

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Nossa primeira parada foi no Dique Potrerillos, que é basicamente uma represa construída por metalúrgicas para controlar o fluxo de água. O que eu achei mais interessante na região foi o clima árido e como é interessante perceber a diferença na vegetação e na geografia quando você está presencialmente em um lugar.

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A qualidade da foto não está muito boa porque tiramos enquanto a van andava, mas quis registrar essa vegetação tão deliciosa de se ver. Sério… a van ia andando e eu mal piscava de tão bonita que é essa vegetação no inverno com as montanhas ao fundo…

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Daí que durante o caminho eles fizeram uma pausa em um café. Eu comprei um cartão postal e nós dois compramos um alfajor de lá para dividir e podermos experimentar. No final foi o melhor alfajor que comemos na viagem! Ele é caseiro e achamos delicioso. Compramos uma caixa com 12 unidades e o nome do lugar, caso queiram saber, é Casa Suíça e fica no vilarejo de Uspallata.

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Cidadezinha rústica e bem pitoresca…

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Logo pudemos ver o Cerro de los 7 Colores que é essa montanha que possui 7 colorações diferentes, devido à composição das rochas. Lindo, não?

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Já essa última foto representa uma pequena tristeza: nesse ano não nevou em Mendoza. Porém, não tínhamos como prever isso… Nossa ida para Mendoza não ocorreu em busca de neve, graças a Deus, se não teríamos ficado chateados hehehe No fim, a única coisa que havia funcionando na Estação de Ski Los Penitentes era o teleférico, que não fomos pois achamos caro e nem daria pra ver neve…

Porém, apesar de não não ter neve, estava um frio da bexiga! Danilo até tentou se esconder do frio…

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Já eu só estava querendo saber era das fotos mesmo 😛

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Desculpem a surra de fotos, tá bom?

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Da estação de ski seguimos pra um dos pontos mais incríveis de se admirar do passeio: a Puente del Inca – uma formação rochosa natural que forma uma ponte. Junto à ela estão os restos de um spa de águas termais que foi destruído após uma avalanche na década de 60.

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E a arquitetura da Puente é linda porque é uma mistura de natureza com algo criado pelo homem, sabe? E como a natureza se impõe e se mostra sempre mais forte do que nossas ações.

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DICA: ali tem várias bancas com as pessoas vendendo seus artesanatos. É um bom lugar pra comprar lembrancinhas e rola pedir um desconto 🙂

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Após isso, fizemos uma pequena parada em um ponto que nos permitia ver o topo do Monte Aconcágua: a maior montanha fora da Ásia. Pra quem se interessar mais por ele, existe outro pacote que inclui uma caminhada que permite conhecê-lo melhor, porém não tem o objetivo de escalá-lo.

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E por fim, mas não menos importante: Las Cuevas – o ponto mais alto do passeio e aonde senti um frio tão intenso que tremo só de lembrar… A temperatura estava em torno de -10ºC e sua altitude é de cerca de 3151m de altura, sendo que ela fica a 195km de Mendoza :O Pra vocês terem uma ideia, eu quis ficar dentro da van, mas ventava tanto, que a van balançava! Las Cuevas é um pequeno vilarejo e a única “atração no local, além da paisagem, é um restaurante.

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E logo após isso fizemos o trajeto de volta, parando em Uspallata apenas para ir ao banheiro (fiquei chateada que o lugar que vendia o alfajor delicioso estava fechado… queríamos mais pra trazer de lembrança) e logo chegamos em Mendoza, com a Van nos deixando na porta do nosso hotel.

Daí pegamos as malas no hall de entrada para levarmos pro nosso quarto, exploramos nosso quarto, desfizemos as malas, enrolamos pra caramba, tomamos banho e por volta das 22h fomos jantar no delicioso restaurante Anna Bistrô (farei um post só com dicas de restaurantes em Mendoza, me aguardem!).

Após o jantar pegamos um táxi em Mendoza – olha a info – taxistas em Mendoza são muito loucos! Os carros geralmente são bem velhos e eles correm na velocidade da luz. Em compensação, sai muito barato! Pegamos táxi porque na cidade ainda não há Uber.

E chegando no apartamento logo capotamos, já que teríamos passeio bem cedo no dia seguinte também. Vem com a gente? <3

Com amor, Li.

Postado por Lilian

TCHAU SANTIAGO, OLÁ MENDOZA

05 • 11 • 2017

Oi pessoal, tudo bem? Bem-vindos ao 5º dia de viagem, sendo que à essa altura você já nos acompanhou chegando em Santiago, passeou conosco para Cajón del Maipo, conheceu os pontos turísticos da cidade, se divertiu na neve conosco na estação de ski El Colorado e de quebra se deliciou com a culinária chilena ao nosso lado. Porém, agora é hora de dar…

TCHAU, SANTIAGO!

Que começou, digamos, na correria para deixarmos as malas em ordem pra dar uma voltinha em Santiago antes de irmos ao aeroporto. Tomamos café da manhã correndo, deixamos tudo organizado no apartamento e corremos pro Mercado Central. A nossa intenção ao irmos pra lá era comprar alguns souvenirs. Acabamos comprando um globo de neve e dois imãs de geladeira apenas.

Íamos visitar o Museu da memória e dos direitos humanos, que aborda muito a questão da ditadura militar no país, mas não conseguimos visitar, por conta da correria. Porém, indico muito: vão! E me contem como foi depois.

Do Mercado Central passamos pela Plaza de Armas e de lá fomos para o Correo de Chile, onde compramos alguns cartões postais e preenchemos para enviar pra algumas pessoas queridas aqui no Brasil. E essa é uma das coisas que mais amo quando viajo: enviar cartões postais para quem gosto e surpreendê-los.

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Então depois que saímos do correio, fomos correndo pro restaurante Liguria e… apesar de aparecer no Maps, aquela unidade ainda não havia sido inaugurada. Então tivemos que sair correndo pra outra unidade e aproveitei interiormente pra me despedir da cidade, do metrô, dos chilenos… Eu realmente amei essa cidade.

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Que delícia é andar nessas ruas planas e, em um momento estar em um cantinho mais moderno e no outro estar em um local mais histórico… E apesar de nunca ter ido à Europa, me senti nela em muitos lugares de Santiago.

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Metrô de Santiago sempre funcional e, apesar de lotado, muito bem organizado. Essa foto foi tirada num sábado, por isso a tranquilidade da estação. Lá você praticamente não precisa de táxi, pois o metrô passa pela cidade inteira.

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Peguei essa folha no chão com a intenção de trazer pro Brasil, mas acabei esquecendo na mesa do restaurante mesmo. Agora fica a lembrança, né?!

Depois disso tivemos que sair correndo do restaurante, para passar na casa de câmbio e trocar reais por pesos argentinos (sim, preferi trocar por lá mesmo). Depois voltamos pro ap, para pegarmos nossas malas e irmos pro aeroporto. E confesso que uma das partes mais difíceis foi dar tchau pro nosso 502, que eu facilmente chamaria de casinha. <3

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Descemos pro hall do prédio, chamamos um Uber e, em pouco tempo, chegamos no aeroporto. Compramos as passagens de Santiago para Mendoza com a cia Sky Airline, que é uma empresa low cost e que acabou saindo muito barato (uns 200 reais por pessoa). Daí quando chegamos no aeroporto a fila estava imensa, mas como chegamos meio atrasados, eles chamaram quem era do vôo de Mendoza pra ir na frente dos demais. Ufa!

Despachamos nossas malas, passamos pela imigração, nem passeamos pelo free shop dessa vez e ficamos aguardando nosso vôo do lado do guichê, enquanto eu carregava o celular e aproveitava pra usar a internet. Assim que liberaram pro nosso vôo fomos para o avião e esse foi o vôo mais louco que peguei em toda minha vida! Teve tanta mas tanta turbulência, que parecia que o avião ia cair e eu fiquei orando pedindo pra Deus cuidar da gente. Sabe aqueles brinquedos de parque de diversão que sobe e depois despenca no ar e dá frio na barriga? Foi essa a sensação! HAHAHAHA – mas isso é causado devido a Cordilheira dos Andes, tá? O avião não tava quebrado não galera, rs.

OLÁ, MENDOZA!

Chegamos em Mendoza já eram 19h (na verdade foram só 35min de vôo, mas o fuso de Santiago estava adiantado em 1h em relação à Argentina). Então pegamos um táxi logo na saída do aeroporto que nos deixou bem na porta do nosso prédio. E gente, que delícia que é quando você está no táxi indo pro seu destino e já consegue sentir a vibe da cidade. Senti isso com Mendoza… Mal botei meus pés na cidade e já sabia que eu ia amar. Mesmo estando triste por termos vindo embora de Santiago (e com a impressão de que a viagem já estava no fim apesar de ainda estar na metade), coloquei na minha mente que ainda íamos viver boas aventuras em Mendoza. E assim foi!

Entrando no prédio, tivemos um pequeno problema – que por uns bons minutos me deixou extremamente nervosa – que foi o fato de a mulher ter confundido as datas da nossa reserva.

No fim, ela conseguiu vaga em um outro ap no mesmo prédio, mas no dia seguinte teríamos que nos mudar pro nosso. O que foi inconveniente, já que não pudemos desfazer as malas. Porém, passado o ocorrido, tentamos encontrar um adaptador de tomada para vender no mercado e nas poucas lojas que ainda estavam abertas, mas não conseguimos. Nisso, estávamos com fome e fomos andando pro restaurante Fuente y Fonda, que nos acolheu igual casa de vó.

Mas nossa primeira noite em Mendoza foi curta. Logo após o jantar oltamos pro ap e caímos num sono profundo já que no dia seguinte teríamos passeio bem cedo.

Até o próximo post!

Com amor, Li.

Postado por Lilian
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SANTIAGO E MENDOZA EM UMA ÚNICA VIAGEM

04 • 09 • 2017

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Olá pessoal, tudo bem?

Acho que depressão pós viagem existe sim, viu? Vai fazer um mês desde que voltei da viagem e não consegui escrever nenhum post sobre ela. Bom, até agora. Na verdade, eu havia escrito um post, mas fui direto ao roteiro e acho que ficou faltando algo. Ficou faltando postar intimidade aqui e fazer com vocês sintam como se tivessem vivido tudo isso comigo.

Eu e o Dan queríamos muito fazer uma viagem bem legal juntos. Porém, ano passado eu ainda estava trabalhando e minha chefe não permitiu que eu tirasse férias em julho – e o Dan iria tirar férias bem em julho. Portanto, o que deu pra gente fazer foi pegar um feriado prolongado em junho e, de última hora, fomos para Curitiba. Aliás, nesse link você consegue ver alguns dos posts que fiz sobre essa viagem.

Então começamos a planejar, desde o ano passado, a viagem que faríamos esse ano. E a primeira coisa que vem na mente é: qual será o destino? Nós ficamos em dúvida entre ir para Buenos Aires (Argentina), Bonito (Mato Grosso do Sul) e Santiago (Chile). Por algum motivo que não me recordo, descartamos Buenos Aires. E então comecei a pesquisar bastante sobre Santiago e Bonito. Porém, vimos que o preço de uma viagem pra Bonito seria, em média, o mesmo que uma pro Chile. Pensamos então: Por que não Santiago?

O principal motivo para Santiago ter sido nossa escolha foram: seria nossa primeira viagem internacional (nem eu nem o Dan havíamos saído do Brasil antes), poderíamos ver neve (um sonho dos dois – mas mais do Dan, confesso haha) e o preço era bem acessível.

Então eu comecei a pesquisar muito sobre Santiago e vi diversos blogs dando dicas de como unir Santiago (Chile) e Mendoza (Argentina) em uma única viagem. Dois países de uma vez só! Eu pensei então: por que não fazer isso?! Contei pro Dan minha ideia e o convenci de que seria sensacional e tcharán! Os nossos destinos foram escolhidos. Com base nisso, decidimos ir pra lá em agosto, pois é um dos melhores meses para se pegar neve em ambas cidades. Com isso, o Dan conseguiu marcar as férias dele e passamos para a próxima fase…

Definir o roteiro. E aqui te explicarei o porque ter uma base do roteiro que você quer fazer na cidade é a primeira coisa que você tem que fazer: porque é com base nisso que você vai escolher a quantidade de dias que vai ficar viajando e assim definir a data de ida e de volta. Eu fiz um roteiro bem básico, que mudou muito depois, mas serviu para nos dar as datas de viagem: de 01 a 10/08 e ficaríamos 5 dias em cada cidade.

Em janeiro desse ano compramos as passagens aéreas. Compramos pela Aerolíneas Argentinas o seguinte trecho: São Paulo -> Santiago e Mendoza -> São Paulo. Pagamos exatamente 1.117 reais por pessoa com as taxas incluídas. Tivemos um pequeno problema com a companhia que foi: compramos as passagens parceladas, porém elas vieram à vista para nós na fatura do cartão. Isso me irritou bastante, mas demos um jeito de pagar e a minha dica é: fiquem espertos e tirem print da tela de pagamento. Nós fechamos com eles pois a Latam tinha péssimos horários de vôo… Mas esse assunto fica pra um próximo post, fechado?

Em janeiro também nós fechamos apartamentos no Airbnb: um em Santiago e um em Mendoza. Farei um post contando sobre os apartamentos e nossa opinião sobre o serviço. Mas só para adiantar: pagamos 528 em 4 diárias em Santiago e 530 em 4 diárias em Mendoza (para o casal), usando um cupom de desconto por apartamento, no valor de 80 reais.

Em maio nós compramos as passagens aéreas de Santiago para Mendoza, com a companhia aérea low cost chilena Sky e pagamos 200 reais por pessoa. Muitos blogs indicam a travessia de ônibus com a empresa Cata, pois as paisagens são de tirar o fôlego, porém no inverno há o risco de fechamento das estradas. Por isso preferi ir de avião, mas se você for em outras estações, indico que vá de ônibus. O valor é quase o mesmo de avião, mas as paisagens no percurso são maravilhosas!

Em junho nós fechamos seguro viagem com a empresa Modo Avião: fechamos o seguro GTA Euro Max e pagamos 170 reais por pessoa, que foram divididos em duas vezes. Esse seguro possui uma ótima cobertura e foi por isso que contratamos ele. Minha dica é: não deixe de contratar um seguro em viagens internacionais.

Em julho fomos na Decathlon comprar algumas roupas específicas para o inverno, como roupas térmicas, toucas, luvas e meias. A maioria das coisas compramos da marca Wedze e achamos a qualidade muito boa. Neste link você pode ver, como exemplo, a blusa térmica que compramos. E os preços são bem camaradas.

Também em julho, fomos na Le Postiche comprar nossas malas de viagem. Nenhum de nós tínhamos mala, então era uma compra realmente necessária. Compramos essa mala aqui  e eu achei a qualidade muito boa! Uma dica é: compra uma capa pra mala, para que ela não fique toda riscada. Tirando isso, ela aguentou bem o tranco! rs

Compras, compras e mais compras. Tivemos que comprar algumas roupas de frio antes da viagem. Encontramos boas peças na C&A e na Renner. Uma dica válida também é comprar algumas coisinhas de comer pra levar no avião. Isso nos salvou na nossa conexão, já que comida de aeroporto é bem cara.

E durante todo o tempo que se passou, descobri que eu amo planejar viagens! Passava horas na frente do notebook, fiz um roteiro detalhado e pra mim tudo aquilo era diversão… <3 Com isso, fiz todas as reservas de passeios da viagem ainda aqui em São Paulo, a maioria com mais de um mês de antecedência. Também fiz reservas antecipadas para alguns restaurantes e visitas guiadas a museus. Conto tudo detalhado nos posts de roteiro, ok? 🙂

Com tudo isso pronto, as únicas coisas que faltavam era: arrumar as malas, o dia da viagem chegar e irmos viver nossas primeiras aventuras em terras estrangeiras… Mas isso fica pra um próximo post!

Com amor, Li.

Postado por Lilian

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