Meu Jardim Interior — Página 4 de 34 — Um mundo de experiências!

TOUR DE VINÍCOLAS EM MENDOZA: NOSSO OITAVO DIA DE VIAGEM

29 • 12 • 2017

Oi pessoal! Estamos chegando ao fim dos posts de Mendoza… Mas antes disso, um dos passeios mais incríveis que fizemos: o tour de vinícolas em Mendoza. <3

Nosso dia iniciou-se como de praxe: esperando no hall do hotel para que a van do passeio viesse nos pegar. Depois disso, passamos por vários hotéis buscando outras pessoas também. Uma coisa que me chamou a atenção foi que o passeio estava bem cheio de gente.

Esse passeio fechamos com a Kahuak e custou 1990 pesos por pessoa (400 reais). Um pouco caro, mas valeu cada centavo!

TRAPICHE

A primeira vinícola que visitados foi a Trapiche, uma vinícola mais antiga, industrializada e que tem como foco uma grande produção.

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Todas as vinícolas que visitamos eram lindas, tentando equilibrar a natureza ao redor com as construções que são sempre diferenciadas, porque se tornam a “marca” de cada uma. O tour começa com uma guia, da própria vínicola explicando sobre a história da Trapiche e a relação dela com Mendoza.

Durante muitos anos foi utilizada uma ferrovia em Mendoza para transportar os vinhos nas barricas. Porém, as mudanças no clima e entre outros fatores, faziam com que os sabores ficassem muito alterados. Por isso foi criada uma lei que dizia que os vinhos tinham que ser embalados (ir para as garrafas) nas mesmas cidades onde haviam sido produzidos. Isso fez com que a ferrovia passasse a ser inutilizada e hoje ela serve mais como decoração… Como podemos ver na foto acima.

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Na Trapiche experimentamos Cabernet Franc, Sauvignon Blanc etc, vinhos mais secos e amargos ao paladar. O que mais me agradou e que eu comprei pra beber em um momento especial pois foi meu vinho favorito na viagem foi um vinho branco colheita tardia. Doce, leve e perfeito.

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SINFIN

Toda vez que eu lembro da SinFin a primeira coisa que vem na minha mente é a guia maravilhosa que a gente teve. Em questão de realmente aprender sobre o vinho e como degustá-lo, essa visita foi nota mil. Além do fato de que os vinhos deles são deliciosos e dificilmente encontrados no Brasil.

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A SinFin nos proporcionou um tour pela sua vinícola na parte interna, ou seja: essas máquinas na foto acima onde o vinho é colocado para decantar, as barricas que tem como objetivo a maturação, etc. Seus vinhos são feitos, em média escala e a maior parte é exportado para Europa e China.

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Bonarda é uma uva específica da Argentina e foi nosso vinho favorito da vinícola. Todos seus vinhos, entretanto, são marcantes pelo sabor forte e marcante. Um dos seus vinhos mais famosos, entretanto, é o Malbec. Ah! E Malbec é a uva mais cultivada em Mendoza, pois as condições climáticas são favoráveis ao seu plantio. É um vinho forte, bom para acompanhar carnes.

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Melhor guia! Generosa, além de colocar o suficiente para degustarmos os vinhos nas taças, ela deixava as garrafas na mesa, ao nosso dispor, caso quisessemos beber mais de cada vinho. Não resisti e comprei um azeite lá, que amei.

ZUCCARDI

Confesso que fui na Zuccardi com expectativas, pois li muitas resenhas na internet sobre a vinícola. Pra começo de conversa, a degustação é feita durante o almoço e um ponto negativo pra mim foi o fato de eles não apresentarem os vinhos explicando cada um, como foi feito nas vinícolas anteriores. Também não focaram muito em contar a história da própria Zuccardi, que eu teria gostado de ouvir.

É uma vinícola familiar, sua produção de vinhos é menor, mas eles também produzem azeite de oliva.

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Quando chegamos a mesa estava organizada dessa forma e eu achei bem intimista, já cheguei me sentindo aconchegada ao lugar. E foi aqui, nessa vinícola, que eu tive uma grata surpresa: a oportunidade de fazer amizade com um casal que atualmente mora na Austrália – o Malcom e a Gerry.

Eles estavam um pouco perdidos, pois a maioria das pessoas falavam português ou espanhol, mas ninguém exceto os guias falavam inglês, por isso ninguém estava interagindo com eles. Daí que o Dan comentou com o pessoal na mesa que eu falava em inglês e as pessoas me incentivaram a conversar com eles. E eu, morrendo de vergonha, puxei papo com eles e a conversa simplesmente rendeu.

Foi uma delícia porque acabamos conversando muito e dando muita risada, principalmente a Gerry e eu. Atualmente trocamos emails e ela é sempre muito amorosa e querida. E esse momento, em específico, me faz lembrar que a melhor parte das viagens são as pessoas. <3

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Até imprimi essa foto, de tanta alegria que ela irradia…

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Eles foram uma grata surpresa e, fiquei tão feliz que tirei uma foto com eles na instax e dei de presente 🙂

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Falando de comida: achei o almoço delicioso e farto. Começamos com uma bruschetta de presunto parma, queijo e muito azeite. O azeite deles é bom demais! Meu favorito foi o Changlot.

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Quem me conhece sabe que meu prato favorito é lasanha e essa estava boa demais!

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Não gostei tanto da sobremesa, mas estava gostosinha.

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Após o almoço, fizemos uma visita à fábrica de azeite da Zuccardi, onde aprendemos sobre a produção. Comemos azeitona direto do pé também, mas é amargo pra caramba! kkk

Na foto acima, esse guia que também era super simpático, nos ensinou a degustar azeite e a saber quando um azeite é bom e quando não é. Confesso que achei super interessante e que agora eu realmente me preocupo com isso e aprendi a apreciar azeite.

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Depois desse dia cheio de vinhos, de pessoas queridas e muita informação, voltamos pra casa cansados, mas com o coração extremamente grato por tudo que vivemos. Viajar muda a gente, faz a gente querer ser melhor e a dar o devido valor às experiências.

Com amor, Li.

 

Postado por Lilian

CAVALGADA EM MENDOZA: NOSSO SÉTIMO DIA DE VIAGEM

04 • 12 • 2017

Olá, pessoal!

Sim, fiz a viagem em agosto, já estamos em dezembro e eu ainda não terminei. Mas sabe o que acontece? Acontece que enquanto eu escrevo cada um desses posts eu revivo a viagem. E eu sei que era pra eu ficar feliz enquanto escrevo, mas na verdade eu sinto tanta saudade que dói o coração HAHAHAHA quem aí já sentiu isso ao retornar pra casa depois de uma viagem maravilhosa?

Aliás, você já viu o primeiro post de Mendoza? Então clica aqui se você quer conhecer mais sobre o passeio Alta Montanha <3

Voltando ao assunto do nosso post, você já andou a cavalo alguma vez na vida? Se ainda não fez isso, sério… faz pelo menos uma vez! É tão incrível que nem sei explicar. E o engraçado é que quando estávamos planejando a viagem, eu insisti pro Dan que queria fazer esse passeio de qualquer jeito, ele indo ou não. E ele me respondeu dizendo que não ia porque não queria ficar assado hehehehe Eu falei com mais jeitinho e ele, vendo que eu não desistiria, topou ir comigo. E num é que ele amou?

Fechamos o passeio com a Los Pingos Cabalgatas, pelo equivalente a 200 reais (pagamos 990 pesos argentinos) e estava incluso: passeio de cavalo pelos vinhedos em Luján de Cuyo, degustação de vinho na vinícola Krontiras e almoço que seria um asado criolo (um churrasco).

Eles passaram por volta das 8h30 da manhã para nos buscarem no apartamento e, assim que nos pegaram, buscamos também mais um casal no hotel e partimos em direção a uma pequena sede que eles possuem em meio aos vinhedos, onde os cavalos ficam. Um diferencial desse passeio foram a quantidade de pessoas – no caso só nós 4 – que tornou o passeio muito mais intimista.

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O nosso guia, Franco, era super atencioso, realmente muito simpático e tornou nosso passeio ainda mais legal. Como eu era a única do grupo que já havia andado a cavalo, o guia disse para eu subir e ir na frente com meu cavalo, pra gente formar uma fila.

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Seguimos uma trilha no meio dessa vegetação mais características de regiões áridas, com vegetação rasteira e pequenas árvores. O que eu achei bem interessante pois nos permitiu vivenciar mais da natureza da cidade.

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Quem vê esse sorriso na cara do Danilo nem imagina que não queria fazer o passeio…

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Postei essa foto só pra mostrar nosso guia, Franco, ali do lado. E essa roupinha de equitação, minha gente? 😛

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Como a zueira não tem limites, quando olho pra essa foto imagino o cavalo virando pra um lado e o Danilo se perguntando, se eu puxar as rédeas pro outro lado, será que ele vai me obedecer ou sair correndo e me deixar cair no chão? 😛

Ah, mas por que eu deveria fazer esse passeio? Eu sinceramente fiz porque amo cavalos. Mas esse passeio tem um ritmo diferente, que te faz apreciar o ambiente onde você está, se desconectar um pouco do celular e viver realmente a experiência.

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Quando seu namorado faz uma carinha de nenis te chamando e você fotografa isso espontaneamente 🙂

BODEGA KRONTIRAS

Primeiramente, bodega é o nome usado para vinícolas. Nosso passeio incluía uma visitação e degustação à bodega Krontiras, que possui uma proposta super diferente, já que ela é orgânica e biodinâmica. Alimentos orgânicos nós já conhecemos, mas uma vinícola biodinâmica foi realmente uma surpresa, já que sua infraestrutura é toda pensada segundo tais princípios.

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Coloquei a foto acima para tentar representar um pouco do lance biodinâmico. Eles dispoem cada coisinha dentro da vinícola de maneira que estejam na posição certa referente ao sol e etc. É bem confuso, mas faz com que a arquitetura projetada seja bem diferente das vinícolas em geral.

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Aqui o vinho fica numa espécie de processo de decantação, onde separa-se o vinho dos restos orgânicos. O interessante é que as características do vinho são diferentes lá dentro, por isso, um desses produz não só um tipo de vinho, mas vários: a parte que fica embaixo, perto dos restos orgânicos (casca da uva) por exemplo, gera vinhos mais frutados, que acabam por ser mais doce.

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Aí na foto temos vários barris de roble que são utilizados para armazenar o vinho, por um tempo determinado, atuando na sua fermentação e maturação. Esse tempo que o vinho fica no barril influencia diretamente no sabor que ele vai ter.

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Primeira árvore da vinícola que fica bem no centro da propriedade <3

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Espaço utilizado para a degustação dos vinhos

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Toda descabelada após a cavalgada, aprendendo a sentir o aroma do vinho antes de prová-lo.

oi oiii

Que delícia foi passear pelos vinhedos. Sério! Uma beleza totalmente diferente da qual eu convivo em São Paulo.

oiiiiii

E após esse passeio delicioso, voltamos para nosso ponto de encontro, onde nos serviram um churrasco com direito a carne, linguiça, morcilla (uma linguiça de sangue de boi que eu não quis provar), salada de tomate acompanhados de vinho e suco e com frutas de sobremesa. Foi bem gostoso e aproveitamos esse momento pra matar a fome e conversar com o outro casal que fez o passeio com a gente.

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(sorry pela foto de celular, só queria deixar registrado mesmo. simples, mas gostoso)

Depois eles nos deixaram novamente na cidade, onde tomamos um sorvete com esse casal. E então eu e o Dan demos um pulinho no mercado central onde compramos alfajores e doce de leite pra levar pro Brasil e depois passamos no Carrefour, onde compramos algumas coisas pra casa e vinho. E aqui fica um adendo: Mendoza é toda plana e andar pela cidade é uma delícia. A arquitetura das casas, as praças que estão por toda a cidade (já que são um ponto seguro em caso de terremotos) a tornam deliciosa.

Aliás, essa é uma informação bem interessante. Como Mendoza está próxima a várias cadeias montanhosas, sofre muitos abalos sísmicos que causam terremotos. E após a cidade ser destrupida por um terremoto, há 150 anos, na sua reconstrução formaram novas leis, que defendem que a cada X metros deve haver uma praça na cidade. Assim, quando há um terremoto, as pessoas devem sair de suas casas e irem para a praça mais próxima, sendo que as praças são zonas seguras.

E então andamos para o nosso apartamento, onde ficamos de boas e tiramos um tempo pra mexer em celular, tomar um banho, deitar na cama, atualizar os gastos no caderninho e… escrever um pouco no caderno de viagem.

Até o próximo post, pessoal!

Com amor, Li.

Postado por Lilian

CLUBE DA CARTA E COMO TUDO ISSO COMEÇOU

26 • 11 • 2017

Olá, pessoal! Tudo bom? Vocês já ouviram falar em clube da carta?

Há mais de um ano atrás, escrevi esse post sobre cartas que não obteve nenhum comentário nem nada. Na época, fiquei um pouco chateada com não obter nenhum retorno com um projeto que eu gostaria muito de iniciar, mas a vida seguiu e eu até mesmo esqueci disso.

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Até que eu recebi um email de uma leitora do blog, a Kerolen, perguntando sobre o clube da carta e querendo saber se podia participar. Confesso que fiquei sem graça em contar pra ela que eu não havia começado com o clube porque as pessoas não haviam se interessado na ideia, mas fui sincera e contei a verdade. Em seguida, perguntei se ela não gostaria de se corresponder comigo e então trocamos algumas cartas.

Daí que do nada essa ideia voltou à minha mente, sendo que o Dan até me perguntou sobre essa minha ideia e eu decidi que iria tentar e ver no que dava. Então enviei mensagem para três pessoas que eu sabia que gostavam de escrever cartas para ver se elas gostariam de participar.

Convidei a Kerolen, a leitora daquele email e ela topou. Convidei a Gi, uma amiga querida que fiz graças ao Instagram e que envia cartas tão cheias de amor que transbordam… ela também topou. E convidei a Bela, do blog A Bela, não a Fera que havia feito um post sobre cartas no blog dela e, por conta desse post, sugeri de nos correspondermos e ela disse sim 🙂 Sendo assim, convidei três pessoas com quem eu já me correspondia por cartas para participarem do projeto e as três aceitaram. E assim eu criei nosso grupo no whatsapp em 23 de abril de 2017. <3

Nisso, fizemos uma rodada de cartas onde sorteamos quem enviaria pra quem. Exceto por um ou outro extravio dos Correios, deu tudo certo. Então chamei mais duas pessoas que eu conheço: a Letícia, amiga do Dan na faculdade, com quem eu comecei a conversar e, devido ao fato de ela amar cartas também, começamos a trocar cartas; e o Artur, um amigo meu que sempre topa novos projetos e ideias desde que sejam interessantes. Os dois toparam e passaram a integrar o nosso clube da carta.

E fizemos, mês passado, nossa segunda rodada de cartas, aproveitando que as coisas estavam mais tranquilas pra todo mundo. E que delícia foi essa rodada de cartas! Todos no grupo foram responsáveis e enviaram suas cartas dentro do prazo que estipulamos…

E agora pessoas que não se conheciam estão se conhecendo e enviando e recebendo amor por meio da caixinha do correio. E isso, pessoal, não tem o que pague. Ver as pessoas criando laços ou só saindo da sua zona de conforto e se dando a conhecer de outro alguém.

E dá um trampo escrever cartas, dá sim! Você tem que separar um tempo para sentar na cadeira, pegar uma folha e escrever uma carta (sempre escolhemos um tema pra ficar mais fácil). Daí tem que comprar envelope pra carta, preencher com o endereço do destinatário (pra quem você está enviando) e do remetente (o seu). Depois, levar a carta até uma agência dos Correios, onde você vai pagar por um selo (para cartas nacionais custa 1,25) e esperar até que a pessoa receba a carta. Então ela tem que fazer todo esse processo também, para que você receba uma carta-resposta e comecem a conversar por cartas…

Só que para mim esse processo é delicioso e, na instantaneidade da nossa sociedade atual, nos ensina a respeitar o tempo e a nos dedicar às relações. Nos permite refletir e ser mais intensos do que em uma conversa de whatsapp. E nos permite guardar aquele pedaço de papel e reler quantas vezes quisermos e acharmos necessário. Sim, tem carta que vira xodó!

E esse post todo foi escrito pra compartilhar minha felicidade com esse clube da carta estar dando certo, bem como o amor por cartas. <3

E você, já enviou ou recebeu uma carta?

Com amor, Li.

Postado por Lilian

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