Meu Jardim Interior — Página 29 de 34 — Um mundo de experiências!

PIZZA NA MÃO

12 • 07 • 2016

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No começo do ano fui conhecer mais um lugar do Guia Dois Por Um, o Pizza na Mão. Eu estava bem animada para conhecer esse lugar, pois ele é bem conhecido e recomendado por quem frequenta. A promoção era a seguinte: você comprava uma pizza grande (de até 4 sabores) e ganhava outra de portuguesa ou calabresa.

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A pizza que escolhemos ganhar foi a Portuguesa, como podem ver na foto. A proposta do restaurante é bem legal: a pizza bem fatiada em 16 pedaços e lá eles só fornecem guardanapos, para que você coma a pizza com as mãos. Por isso o nome Pizza na Mão. 🙂

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Depois pedimos uma de 4 sabores, para experimentarmos as diferentes pizzas da casa. A massa é fininha, a borda crocante e os recheios eram uma delícia. Sério. É um lugar que eu voltaria fácil! Mas apesar de termos pedido 2 pizzas e estarmos em 4 pessoas, sobraram cerca de 3 pedacinhos de pizza apenas. Então se forem em casal uma pizza da perfeitamente para um casal (não vai sobrar, rs).

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Eu e o Dan

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Meu casal de amigos: Paulinha e Ale

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Tirei essa foto das mãos da Paulinha de maneira tão aleatória, mas amei o destaque dos detalhes.

  • Localização: Alameda Itu, 1212 (pertinho da Av. Paulista);
  • Preço: Pagamos cerca de 80 reais na pizza, mais as bebidas e 10% de serviço. Deu uma média de 30 reais pra cada (o que é uma baita economia se pensarmos que um Mc Donald’s está 26 reais);
  • Vale a pena? Muito, se você ama pizza tanto quanto eu!

 

Com amor, Li!

Postado por Lilian

ESSA FALTA DE TEMPO

12 • 07 • 2016

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(Modelo: Dan)

Hoje nossa vida é tão corrida. Saímos de casa cedo pra ir trabalhar e logo em seguida vamos direto para a faculdade. Da faculdade para casa. A semana passa e permanecemos no automático, sem realmente aproveitar nossa vida e deixando que ela passe sorrateiramente, correndo entre nossos dedos, voando e indo embora. Ansiamos pelo final de semana e na tentativa de fazer tudo, acabamos não fazendo nada. O cansaço nos consome a ponto de, nos horários livres, dormimos pesadamente.

O celular nos consome: um minuto no Facebook vira facilmente uma hora. E nos perguntamos o que fizemos de bom naquele tempo, tendo como resposta o óbvio: nada. Não usamos toda tecnologia que dispomos para nos ajudar, não aprendemos a nos controlar. Usamos as redes sociais apenas para distração. Talvez também para aceitação.

Perdemos o valor da importância do nosso tempo. Passamos tempo de mais com gente que representa de menos. Enquanto deixamos uma ligação para alguém com quem realmente nos importamos para o futuro. Adiamos nossas vidas, nossas escolhas. Adiamos aquilo que podemos ser e, nessa, acabamos passando a vida sem fazer aquilo que realmente queremos.

Perdemos nosso tempo sendo infelizes. Ao invés de nos doarmos aos sorrisos, às gentilezas e ao amor, nos entregamos ao orgulho. Nos corroemos de ciúmes. Nos privamos de algo que sempre buscamos: a felicidade. E por que? Pra fazer aquilo que a sociedade aceita. Para sermos supostamente aceitos. Sem saber que talvez aquele nosso jeito de ser possa revolucionar o mundo.

Perdemos nosso tempo e, automaticamente, nossas vidas. Olhamos para o passado e percebemos o quão rápido passou e o quão pouco realizamos. E, ao invés de mudar, continuamos. Persistindo no erro. Perdendo cada vez mais… tempo.

Com amor, Li.

Postado por Lilian
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SAUDADES, SAUDADES

10 • 07 • 2016

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Saudades daquele tempo em que podíamos ter sentimentos. Em que podíamos dizer ao outro que o amávamos e que realmente sentíamos aquilo. Saudades de quando fazíamos uma amizade e queríamos que ela fosse eterna. E, enquanto acreditamos, ela foi. Saudades de quando nós não éramos tão incrédulos e nossos corações não eram tão frios.

Ainda me lembro de quando eu era criança. Eu podia ser sincera. As pessoas não se zangavam comigo quando eu era sincera, mesmo que deixasse a situação embaraçosa. Eu podia falar que ela estava errada e ela não me odiaria por isso. Hoje as pessoas só ficam perto de pessoas que falam o que elas querem ouvir.

Sinto falta da época em que fazer amizade se resumia em gostar de alguém e perguntar: “quer ser minha amiga?” Se sim, dávamos os dedos mindinhos e já éramos super amigas. Sinto falta de quando tinha tempo pra dormir na casa das amigas. Era tudo tão divertido. Festa do pijama, filmes, brincadeiras e saber que eu tinha mais de um lar.

Sinto falta de quando eu não tinha medo. Medo de cair: me jogava mesmo. Andava de bicicleta e primeiro ralei muito meus joelhos. Triste mesmo era a hora de passar Mertiolate. Socorro, alguém lembra? Não tinha medo de me decepcionar com as pessoas também. Eu me entregava muito em todos os relacionamentos; em todas as amizades. E no meio de tão poucas amizades, considerava tanta gente verdadeiros amigos.

Sinto falta de fazer uma festa de aniversário no quintal de casa e a festa lotar. Família, amigos, amigos de trabalho da minha mãe, vizinhos, gente agregada… Você chamava 50 e vinham 100. Era carne louca, torta, bolo caseiro. E sacolinha surpresa ou bexigão. Ô saudade! E nos divertíamos tanto! Mesmo os adultos não se preocupavam em impressionar nem estavam com pressa pra ir embora em outros compromissos. Também não ficavam alienados no celular. As pessoas ali apreciavam a companhia uma da outra. Sinto falta de quando apreciávamos a companhia de quem estava por perto.

Saudades até daquelas paixonites de escola que nos faziam ouvir loucamente Sandy & Junior ou RBD. Saudades de estar rodeada de sonhos e não deixar que a procrastinação os empurrasse para depois. Por que não correr atrás agora? Por que não realizar?

Saudades de uma vida que se completava na felicidade da simplicidade dos momentos. Saudades da macarronada da vó aos domingos e a família toda reunida. Saudades de irmos juntos à igreja. Saudades do amor gratuito. Saudades da preocupação genuína.

Saudades, quantas… saudades.

Com amor, Li.

Postado por Lilian
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