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CAVALGADA EM MENDOZA: NOSSO SÉTIMO DIA DE VIAGEM

04 • 12 • 2017

Olá, pessoal!

Sim, fiz a viagem em agosto, já estamos em dezembro e eu ainda não terminei. Mas sabe o que acontece? Acontece que enquanto eu escrevo cada um desses posts eu revivo a viagem. E eu sei que era pra eu ficar feliz enquanto escrevo, mas na verdade eu sinto tanta saudade que dói o coração HAHAHAHA quem aí já sentiu isso ao retornar pra casa depois de uma viagem maravilhosa?

Aliás, você já viu o primeiro post de Mendoza? Então clica aqui se você quer conhecer mais sobre o passeio Alta Montanha <3

Voltando ao assunto do nosso post, você já andou a cavalo alguma vez na vida? Se ainda não fez isso, sério… faz pelo menos uma vez! É tão incrível que nem sei explicar. E o engraçado é que quando estávamos planejando a viagem, eu insisti pro Dan que queria fazer esse passeio de qualquer jeito, ele indo ou não. E ele me respondeu dizendo que não ia porque não queria ficar assado hehehehe Eu falei com mais jeitinho e ele, vendo que eu não desistiria, topou ir comigo. E num é que ele amou?

Fechamos o passeio com a Los Pingos Cabalgatas, pelo equivalente a 200 reais (pagamos 990 pesos argentinos) e estava incluso: passeio de cavalo pelos vinhedos em Luján de Cuyo, degustação de vinho na vinícola Krontiras e almoço que seria um asado criolo (um churrasco).

Eles passaram por volta das 8h30 da manhã para nos buscarem no apartamento e, assim que nos pegaram, buscamos também mais um casal no hotel e partimos em direção a uma pequena sede que eles possuem em meio aos vinhedos, onde os cavalos ficam. Um diferencial desse passeio foram a quantidade de pessoas – no caso só nós 4 – que tornou o passeio muito mais intimista.

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O nosso guia, Franco, era super atencioso, realmente muito simpático e tornou nosso passeio ainda mais legal. Como eu era a única do grupo que já havia andado a cavalo, o guia disse para eu subir e ir na frente com meu cavalo, pra gente formar uma fila.

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Seguimos uma trilha no meio dessa vegetação mais características de regiões áridas, com vegetação rasteira e pequenas árvores. O que eu achei bem interessante pois nos permitiu vivenciar mais da natureza da cidade.

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Quem vê esse sorriso na cara do Danilo nem imagina que não queria fazer o passeio…

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Postei essa foto só pra mostrar nosso guia, Franco, ali do lado. E essa roupinha de equitação, minha gente? 😛

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Como a zueira não tem limites, quando olho pra essa foto imagino o cavalo virando pra um lado e o Danilo se perguntando, se eu puxar as rédeas pro outro lado, será que ele vai me obedecer ou sair correndo e me deixar cair no chão? 😛

Ah, mas por que eu deveria fazer esse passeio? Eu sinceramente fiz porque amo cavalos. Mas esse passeio tem um ritmo diferente, que te faz apreciar o ambiente onde você está, se desconectar um pouco do celular e viver realmente a experiência.

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Quando seu namorado faz uma carinha de nenis te chamando e você fotografa isso espontaneamente 🙂

BODEGA KRONTIRAS

Primeiramente, bodega é o nome usado para vinícolas. Nosso passeio incluía uma visitação e degustação à bodega Krontiras, que possui uma proposta super diferente, já que ela é orgânica e biodinâmica. Alimentos orgânicos nós já conhecemos, mas uma vinícola biodinâmica foi realmente uma surpresa, já que sua infraestrutura é toda pensada segundo tais princípios.

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Coloquei a foto acima para tentar representar um pouco do lance biodinâmico. Eles dispoem cada coisinha dentro da vinícola de maneira que estejam na posição certa referente ao sol e etc. É bem confuso, mas faz com que a arquitetura projetada seja bem diferente das vinícolas em geral.

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Aqui o vinho fica numa espécie de processo de decantação, onde separa-se o vinho dos restos orgânicos. O interessante é que as características do vinho são diferentes lá dentro, por isso, um desses produz não só um tipo de vinho, mas vários: a parte que fica embaixo, perto dos restos orgânicos (casca da uva) por exemplo, gera vinhos mais frutados, que acabam por ser mais doce.

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Aí na foto temos vários barris de roble que são utilizados para armazenar o vinho, por um tempo determinado, atuando na sua fermentação e maturação. Esse tempo que o vinho fica no barril influencia diretamente no sabor que ele vai ter.

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Primeira árvore da vinícola que fica bem no centro da propriedade <3

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Espaço utilizado para a degustação dos vinhos

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Toda descabelada após a cavalgada, aprendendo a sentir o aroma do vinho antes de prová-lo.

oi oiii

Que delícia foi passear pelos vinhedos. Sério! Uma beleza totalmente diferente da qual eu convivo em São Paulo.

oiiiiii

E após esse passeio delicioso, voltamos para nosso ponto de encontro, onde nos serviram um churrasco com direito a carne, linguiça, morcilla (uma linguiça de sangue de boi que eu não quis provar), salada de tomate acompanhados de vinho e suco e com frutas de sobremesa. Foi bem gostoso e aproveitamos esse momento pra matar a fome e conversar com o outro casal que fez o passeio com a gente.

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(sorry pela foto de celular, só queria deixar registrado mesmo. simples, mas gostoso)

Depois eles nos deixaram novamente na cidade, onde tomamos um sorvete com esse casal. E então eu e o Dan demos um pulinho no mercado central onde compramos alfajores e doce de leite pra levar pro Brasil e depois passamos no Carrefour, onde compramos algumas coisas pra casa e vinho. E aqui fica um adendo: Mendoza é toda plana e andar pela cidade é uma delícia. A arquitetura das casas, as praças que estão por toda a cidade (já que são um ponto seguro em caso de terremotos) a tornam deliciosa.

Aliás, essa é uma informação bem interessante. Como Mendoza está próxima a várias cadeias montanhosas, sofre muitos abalos sísmicos que causam terremotos. E após a cidade ser destrupida por um terremoto, há 150 anos, na sua reconstrução formaram novas leis, que defendem que a cada X metros deve haver uma praça na cidade. Assim, quando há um terremoto, as pessoas devem sair de suas casas e irem para a praça mais próxima, sendo que as praças são zonas seguras.

E então andamos para o nosso apartamento, onde ficamos de boas e tiramos um tempo pra mexer em celular, tomar um banho, deitar na cama, atualizar os gastos no caderninho e… escrever um pouco no caderno de viagem.

Até o próximo post, pessoal!

Com amor, Li.

Postado por Lilian

PASSEIO ALTA MONTANHA E NOSSO SEXTO DIA DE VIAGEM

20 • 11 • 2017

Olá, pessoal! Tudo bem? Preparados para conhecerem o passeio de Alta Montanha, em Mendoza?

Agora começam a série de posts sobre Mendoza, na Argentina, cidade que nos conquistou. ah, Lilian, mas por que escolheu Mendoza? Acontece que quando estava pesquisando sobre Santiago, vi que muitas pessoas iam para Mendoza também, por ser perto. Portanto falei sobre isso com o Dan e ele topou sem nem pestanejar e descobrimos que foi a melhor decisão que fizemos. Eita cidade gostosa! Dá vontade de ir morar nela, sério.

Mendoza é uma cidade que também está localizada aos pés da Cordilheira dos Andes. Nosso vôo para lá demorou cerca de 35min – ou seja: foi muito rápido! Mas isso vocês já conferiram no último post, né?! No post de hoje vamos conhecer um pouquinho mais dessa cidade montanhosa que é conhecida pelos bons vinhos e azeite de oliva.

Nosso dia começou bem cedo com os guias da Cepas Tour nos buscando diretamente no hall do hotel – porém fechamos o passeio com a Kahuak por 860 pesos argentinos. Dessa vez não nos atrasamos HAHAHA e na verdade chegamos mais cedo no hall do hotel e ficamos esperando. Fomos em uma van passando pela cidade para buscarmos o resto do pessoal (o que foi rápido, pois a cidade é pequena) e seguimos para os pontos turísticos. Durante todo o caminho o guia falou em espanhol e em inglês, por conta de estrangeiros no nosso grupo. Aliás, isso eu achei bem diferente em Mendoza: tem brasileiros, mas beeem menos do que em Santiago. Em certo ponto achei melhor, pois nos permitiu vivenciar melhor a cidade, o idioma, etc.

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Nossa primeira parada foi no Dique Potrerillos, que é basicamente uma represa construída por metalúrgicas para controlar o fluxo de água. O que eu achei mais interessante na região foi o clima árido e como é interessante perceber a diferença na vegetação e na geografia quando você está presencialmente em um lugar.

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A qualidade da foto não está muito boa porque tiramos enquanto a van andava, mas quis registrar essa vegetação tão deliciosa de se ver. Sério… a van ia andando e eu mal piscava de tão bonita que é essa vegetação no inverno com as montanhas ao fundo…

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Daí que durante o caminho eles fizeram uma pausa em um café. Eu comprei um cartão postal e nós dois compramos um alfajor de lá para dividir e podermos experimentar. No final foi o melhor alfajor que comemos na viagem! Ele é caseiro e achamos delicioso. Compramos uma caixa com 12 unidades e o nome do lugar, caso queiram saber, é Casa Suíça e fica no vilarejo de Uspallata.

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Cidadezinha rústica e bem pitoresca…

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Logo pudemos ver o Cerro de los 7 Colores que é essa montanha que possui 7 colorações diferentes, devido à composição das rochas. Lindo, não?

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Já essa última foto representa uma pequena tristeza: nesse ano não nevou em Mendoza. Porém, não tínhamos como prever isso… Nossa ida para Mendoza não ocorreu em busca de neve, graças a Deus, se não teríamos ficado chateados hehehe No fim, a única coisa que havia funcionando na Estação de Ski Los Penitentes era o teleférico, que não fomos pois achamos caro e nem daria pra ver neve…

Porém, apesar de não não ter neve, estava um frio da bexiga! Danilo até tentou se esconder do frio…

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Já eu só estava querendo saber era das fotos mesmo 😛

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Desculpem a surra de fotos, tá bom?

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Da estação de ski seguimos pra um dos pontos mais incríveis de se admirar do passeio: a Puente del Inca – uma formação rochosa natural que forma uma ponte. Junto à ela estão os restos de um spa de águas termais que foi destruído após uma avalanche na década de 60.

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E a arquitetura da Puente é linda porque é uma mistura de natureza com algo criado pelo homem, sabe? E como a natureza se impõe e se mostra sempre mais forte do que nossas ações.

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DICA: ali tem várias bancas com as pessoas vendendo seus artesanatos. É um bom lugar pra comprar lembrancinhas e rola pedir um desconto 🙂

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Após isso, fizemos uma pequena parada em um ponto que nos permitia ver o topo do Monte Aconcágua: a maior montanha fora da Ásia. Pra quem se interessar mais por ele, existe outro pacote que inclui uma caminhada que permite conhecê-lo melhor, porém não tem o objetivo de escalá-lo.

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E por fim, mas não menos importante: Las Cuevas – o ponto mais alto do passeio e aonde senti um frio tão intenso que tremo só de lembrar… A temperatura estava em torno de -10ºC e sua altitude é de cerca de 3151m de altura, sendo que ela fica a 195km de Mendoza :O Pra vocês terem uma ideia, eu quis ficar dentro da van, mas ventava tanto, que a van balançava! Las Cuevas é um pequeno vilarejo e a única “atração no local, além da paisagem, é um restaurante.

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E logo após isso fizemos o trajeto de volta, parando em Uspallata apenas para ir ao banheiro (fiquei chateada que o lugar que vendia o alfajor delicioso estava fechado… queríamos mais pra trazer de lembrança) e logo chegamos em Mendoza, com a Van nos deixando na porta do nosso hotel.

Daí pegamos as malas no hall de entrada para levarmos pro nosso quarto, exploramos nosso quarto, desfizemos as malas, enrolamos pra caramba, tomamos banho e por volta das 22h fomos jantar no delicioso restaurante Anna Bistrô (farei um post só com dicas de restaurantes em Mendoza, me aguardem!).

Após o jantar pegamos um táxi em Mendoza – olha a info – taxistas em Mendoza são muito loucos! Os carros geralmente são bem velhos e eles correm na velocidade da luz. Em compensação, sai muito barato! Pegamos táxi porque na cidade ainda não há Uber.

E chegando no apartamento logo capotamos, já que teríamos passeio bem cedo no dia seguinte também. Vem com a gente? <3

Com amor, Li.

Postado por Lilian

TCHAU SANTIAGO, OLÁ MENDOZA

05 • 11 • 2017

Oi pessoal, tudo bem? Bem-vindos ao 5º dia de viagem, sendo que à essa altura você já nos acompanhou chegando em Santiago, passeou conosco para Cajón del Maipo, conheceu os pontos turísticos da cidade, se divertiu na neve conosco na estação de ski El Colorado e de quebra se deliciou com a culinária chilena ao nosso lado. Porém, agora é hora de dar…

TCHAU, SANTIAGO!

Que começou, digamos, na correria para deixarmos as malas em ordem pra dar uma voltinha em Santiago antes de irmos ao aeroporto. Tomamos café da manhã correndo, deixamos tudo organizado no apartamento e corremos pro Mercado Central. A nossa intenção ao irmos pra lá era comprar alguns souvenirs. Acabamos comprando um globo de neve e dois imãs de geladeira apenas.

Íamos visitar o Museu da memória e dos direitos humanos, que aborda muito a questão da ditadura militar no país, mas não conseguimos visitar, por conta da correria. Porém, indico muito: vão! E me contem como foi depois.

Do Mercado Central passamos pela Plaza de Armas e de lá fomos para o Correo de Chile, onde compramos alguns cartões postais e preenchemos para enviar pra algumas pessoas queridas aqui no Brasil. E essa é uma das coisas que mais amo quando viajo: enviar cartões postais para quem gosto e surpreendê-los.

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Então depois que saímos do correio, fomos correndo pro restaurante Liguria e… apesar de aparecer no Maps, aquela unidade ainda não havia sido inaugurada. Então tivemos que sair correndo pra outra unidade e aproveitei interiormente pra me despedir da cidade, do metrô, dos chilenos… Eu realmente amei essa cidade.

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Que delícia é andar nessas ruas planas e, em um momento estar em um cantinho mais moderno e no outro estar em um local mais histórico… E apesar de nunca ter ido à Europa, me senti nela em muitos lugares de Santiago.

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Metrô de Santiago sempre funcional e, apesar de lotado, muito bem organizado. Essa foto foi tirada num sábado, por isso a tranquilidade da estação. Lá você praticamente não precisa de táxi, pois o metrô passa pela cidade inteira.

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Peguei essa folha no chão com a intenção de trazer pro Brasil, mas acabei esquecendo na mesa do restaurante mesmo. Agora fica a lembrança, né?!

Depois disso tivemos que sair correndo do restaurante, para passar na casa de câmbio e trocar reais por pesos argentinos (sim, preferi trocar por lá mesmo). Depois voltamos pro ap, para pegarmos nossas malas e irmos pro aeroporto. E confesso que uma das partes mais difíceis foi dar tchau pro nosso 502, que eu facilmente chamaria de casinha. <3

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Descemos pro hall do prédio, chamamos um Uber e, em pouco tempo, chegamos no aeroporto. Compramos as passagens de Santiago para Mendoza com a cia Sky Airline, que é uma empresa low cost e que acabou saindo muito barato (uns 200 reais por pessoa). Daí quando chegamos no aeroporto a fila estava imensa, mas como chegamos meio atrasados, eles chamaram quem era do vôo de Mendoza pra ir na frente dos demais. Ufa!

Despachamos nossas malas, passamos pela imigração, nem passeamos pelo free shop dessa vez e ficamos aguardando nosso vôo do lado do guichê, enquanto eu carregava o celular e aproveitava pra usar a internet. Assim que liberaram pro nosso vôo fomos para o avião e esse foi o vôo mais louco que peguei em toda minha vida! Teve tanta mas tanta turbulência, que parecia que o avião ia cair e eu fiquei orando pedindo pra Deus cuidar da gente. Sabe aqueles brinquedos de parque de diversão que sobe e depois despenca no ar e dá frio na barriga? Foi essa a sensação! HAHAHAHA – mas isso é causado devido a Cordilheira dos Andes, tá? O avião não tava quebrado não galera, rs.

OLÁ, MENDOZA!

Chegamos em Mendoza já eram 19h (na verdade foram só 35min de vôo, mas o fuso de Santiago estava adiantado em 1h em relação à Argentina). Então pegamos um táxi logo na saída do aeroporto que nos deixou bem na porta do nosso prédio. E gente, que delícia que é quando você está no táxi indo pro seu destino e já consegue sentir a vibe da cidade. Senti isso com Mendoza… Mal botei meus pés na cidade e já sabia que eu ia amar. Mesmo estando triste por termos vindo embora de Santiago (e com a impressão de que a viagem já estava no fim apesar de ainda estar na metade), coloquei na minha mente que ainda íamos viver boas aventuras em Mendoza. E assim foi!

Entrando no prédio, tivemos um pequeno problema – que por uns bons minutos me deixou extremamente nervosa – que foi o fato de a mulher ter confundido as datas da nossa reserva.

No fim, ela conseguiu vaga em um outro ap no mesmo prédio, mas no dia seguinte teríamos que nos mudar pro nosso. O que foi inconveniente, já que não pudemos desfazer as malas. Porém, passado o ocorrido, tentamos encontrar um adaptador de tomada para vender no mercado e nas poucas lojas que ainda estavam abertas, mas não conseguimos. Nisso, estávamos com fome e fomos andando pro restaurante Fuente y Fonda, que nos acolheu igual casa de vó.

Mas nossa primeira noite em Mendoza foi curta. Logo após o jantar oltamos pro ap e caímos num sono profundo já que no dia seguinte teríamos passeio bem cedo.

Até o próximo post!

Com amor, Li.

Postado por Lilian
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